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Tuna Academica Infantuna Cidade de Viseu

Infantuna Cidade de Viseu

logotipo Infantuna

logotipo Infantuna

A Infantuna foi fundada em 12 de Dezembro de 1991, a Tuna Académica Infantuna Cidade de Viseu foi o primeiro movimento do género a emergir na academia da cidade.
Distinta pelo seu traje de infante, homenageando o primeiro Duque de Viseu – Infante D. Henrique, a Infantuna é a digna representante de todo o ensino superior desta linda Cidade Romeira, Capital da Beira Alta.

Apesar de uma idade pouco veneranda, a Infantuna granjeia a estima de toda a cidade e dos estudantes, bem como de muitas e diversas Tunas com quem tem convivido.

Em 1994 gemina-se com a Fan-Farra Académica de Coimbra, uma das mais antigas e melhores Tunas do país, geminação motivada pelos fortes laços de amizade que unem as duas tunas. Em 1997 gemina-se com a Tuna de Distrito Universitário de Vitória Gasteiz (Espanha).

Em 1996 apadrinha uma nova Tuna, Imperial Neptuna da Universidade Internacional da Figueira da Foz, e em 1998 apadrinha a Piatuna – Tuna do Instituto Piaget de Viseu.

Lança em 1995 o seu primeiro CD intitulado “Indo eu”, o qual reúne, entre outras canções, os melhores originais da Tuna, alusivos à nossa região.

Anualmente no mês de Dezembro realiza o Festival de Tunas Universitárias (F.I.T.U.), único na cidade e ombreando com os melhores do país.

Em Dezembro de 1997, organizou, em conjunto com o Hospital de S. Teot~nio de Viseu, o evento “Há Natal no Hospital” algo até então inédito no distrito e que posteriormente se viria a repetir no ano seguinte.

Com garra e muita humildade tem actuado nos mais diversos eventos e conquistado vários prémios relevantes para a cidade de Viseu: “Melhor Tuna”; “Tuna mais Tuna”; “Tuna mais Simpática”; “Melhor Desfile”; “Melhor Estandarte”, entre outros, percorrendo assim os quatro cantos do mundo.

Durante a sua estada no Brasil em 1996, é nomeada Sócio Honorário da Casa de Viseu no Rio de Janeiro.

Recebe, por aprovação unânime em reunião da Câmara Municipal Municipal de Carregal de Sal, um voto de louvor pelos serviços prestados aquando da sua estada no Brasil

No ano de 1997 é-lhe atribuída a Medalha de Mérito do Município de Viseu.

Durante a sua presença no Canadá, em 1998, é nomeada Sócio Honorário do Clube Académico de Viseu of Toronto.

Em 2000 lança “… a caminho.”, CD gravado ao vivo, referente ao VIII FITU Cidade de Viseu.

Em 2002, na ocasião do seu X Aniversário, edita um CD duplo onde inclui a reedição do primeiro trabalho e a gravação ao vivo do X FITU Cidade de Viseu e publica o livro “10 Anos de Infantuna, contributo para a memória de um fenómeno”.

Em 2006 lança “Infantuna Kids” e dois anos depois, em 2008, lança “Coragem Portugal”.

Mais tarde, em 2011, foi nomeada Sócia Hon­orário da Con­fraria dos Enó­fi­los do Dão no ano em que comem­o­rou o 20º aniver­sário e orga­ni­zou o XX Fes­ti­val Inter­na­cional de Tunas Uni­ver­sitárias da Cidade de Viseu.

Infantuna Viseu

Infantuna Viseu

 

Valências

Ao longo dos anos, a Infan­tuna alargou a sua activi­dade, criando diver­sas valên­cias.

GRUPO LITÚR­GICO

Con­gre­ga­dos na mesma fé e na amizade que nos une, bem como comungando dos mes­mos val­ores e ensi­na­men­tos que ao longo dos anos nos foram min­istra­dos no seio das nos­sas famílias, ei s que certo dia, e como que pou­sada sobre uma nuvem branca, surge esta ideia MAGNFICAT.

Decor­ria mais um ensaio do grupo mãe –INFAN­TUNA, na famosa sede dos Leões da Beira – Rio de Loba, quando por entre o trautear de cân­ti­cos tradi­cionais invo­cando a nossa querida e eterna cidade e amores platóni­cos vivi­dos ou son­hados, surgem tim­i­da­mente vozes ecle­siás­ti­cas acla­mando o Sal­vador e a Virgem San­tís­sima. No olhar de cada voz estavam agora os tem­pos de menino, de ver­dadeiros meni­nos do coro, para alguns dos quais a génese da vida musi­cal. E duma dessas vozes surge logo o desafio para uma primeira Litur­gia na emblemática igreja da Paróquia de Cur­re­los – Con­celho de Car­re­gal do Sal, a qual pronta­mente viria acon­te­cer para gáu­dio de todos nós. Ainda hoje, este espaço nos acolhe não só para ensaios deste grupo como para par­til­har­mosa eucaris­tia.
Estava assim dada a Boa Nova, o grupo mãe INFAN­TUNA acabara de dar a luz mais um grupo, grupo esse com o propósito de procla­mar as sagradas escrit­uras, ale­gre­mente can­tando nas respeti­vas litur­gias. Sen­hor tende piedade de nós que somente quer­e­mos acla­mar, no Tem­plo de Deus, o Glória a Deus na terra e no Céu e sua mãe San­tís­sima Virgo Maria. Não somos San­tos, porque Santo é o Sen­hor, somos ver­dadeiros homens, gentes de carne e de osso que par­til­ham o pão e o fruto da videira. Ben­dito sejas Sen­hor, a quem com fé Vos can­ta­mos ver­dadeiros Hinos de Glória.
Sobre alguns princí­pios, para nós fun­da­men­tais, foi edi­fi­cado este grupo, nomeada­mente ausên­cia de qual­quer fim lucra­tivo com a sua cri­ação e o de servir cada um de nós e aque­les que nos rodeiam, regendo-​nos sem­pre pela essên­cia da música litúrgica.

 

Grupo Liturgico, Infantuna

Grupo Liturgico, Infantuna

Após a primeira aparição na igreja da Paróquia de Cur­re­los muitas out­ras sur­gi­ram, conc­re­ta­mente em momen­tos impor­tantes das nos­sas vidas, como a cel­e­bração do Santo Matrimónio de alguns dos ele­men­tos que for­mam este grupo Litúr­gico. A primeira das quais acon­te­ceu no ano de 2003 nas encostas da Serra da Estrela numa terra out­rora vis­i­tada pelo Rei D Dinis e que viria a chamar-​se Lapa dos din­heiros, con­celho de Seia. Pé ante pé fomos per­cor­rendo não só ter­ras de Viseu, mas mer­gul­hando noutros povos e noutras gentes, indo de Car­re­gal do Sal a Seia, do Satão a Ama­rante, de Mortágua a Cas­tro Daire, de Ton­dela a Lamego, de Águeda à Guarda, onde viríamos fazer a ani­mação litúr­gica na Missa de Bênção das pas­tas dos Final­is­tas desse ano, pas­sando pelas igre­jas de Lublin — Polónia.

O tempo foi pas­sando e novos desafios foram surgindo, sendo exem­plo disso os bati­za­dos dos fil­hos nasci­dos no seio das famílias que for­mam este grupo. O obje­tivo é sem­pre o mesmo ir por todo mundo a anun­ciar a Boa Nova levando socorro a quem pre­cisar.
O Sen­hor é o nosso Pas­tor, por isso nada nos fal­tará e ele nos há-​de con­duzir às águas refres­cantes e assim recon­for­tar a nossa alma de eter­nos Peregrinos.

 

GRUPO BTT

Cor­ria o ano de 2005 quando meia dúzia de ele­men­tos da Infan­tuna adquiri­ram o hábito ciclís­tico, juntando-​se aos domin­gos pela prática desta modal­i­dade na esplen­dorosa forma de pas­seio, des­fru­tando da beleza ofer­e­cida pela mãe natureza.
O saudável cos­tume domingueiro habil­i­tou o grupo à con­tem­plação da riqueza pais­agís­tica na região de dão-​Lafões.
As exper­iên­cias vivi­das em troços com pas­sagem por “Coito” e “Nelas” servi­ram de expi­ração, a entre out­ros, aos cam­in­hos do Cara­mulo — Campo de Besteiros, Pin­delo dos Mila­gres– Rio de Mel, Mundão – Cav­ernães – Campo, Coim­brões – São João de Lourosa – Póvoa de Moscoso, Rebor­dinho – Pas­sos de Silgueiros – Vila Chã de Sá; Parad­inha– Chãos – São Sal­vador, ou o cir­cuito da Penoita.

Grupo BTT, Infantuna

Grupo BTT, Infantuna

A terra batida, os cam­in­hos sin­u­osos com obstácu­los nat­u­ral­mente transponíveis bem como a descoberta de tril­hos, assumi­ram condições impe­riosas para que o grupo se tor­nasse acér­rimo amante do BTT.

A modal­i­dade sofre um incre­mento notável a nível regional de tal modo que a prática con­ta­gia o grupo e novos ele­men­tos da Infan­tuna aderem ao pro­jeto que é ofi­cial­izado nas 24 horas de BTT de Viseu em 2007.
Neste evento de 2007 foi estreado o primeiro equipa­mento da BTTuna que para cel­e­bração e argu­mento não fal­tou o porco no espeto e as saborosas caipir­in­has. Para gáu­dio de todos os par­tic­i­pantes, a “INFAN­TUNA BTT BOX” que apoiava os seus oito atle­tas, era a que rece­bia mais con­vi­da­dos. A música, os petis­cos, as bebidas, a boa dis­posição que reinava junto à roulotte da Infan­tuna, con­ta­gia­ram o cir­cuito do Fontelo com uma dis­posição categórica, onde o vence­dor foi sem dúvida o atleta mais acar­in­hado e acla­mado por todos – o ADELINO — for­t­ale­cido com uma deli­ciosa sopa de cebola servida pela madru­gada dentro.

“VAI ADELINO” bra­davam em geral sem­pre que se vis­lum­brava a camisola da BTTuna.

Na sequên­cia do exem­plar com­por­ta­mento no evento ante­rior, na 2ª edição das 24 horas de BTT de Viseu em 2008, a orga­ni­za­ção fez questão que o ADELINO voltasse a ped­alar, reser­vando para o efeito a inscrição de duas equipas da BTTuna num total de 12 ele­men­tos.
Na edição de 2008 o Fontelo pare­cia uma feira gas­tronómica onde imper­ava o mag­ní­fico cheiro do chur­rasco de tan­tos os por­cos no espeto que serviam de apoio às equipas par­tic­i­pantes inspi­radas na prática lev­ada ante­ri­or­mente pela BTTuna.
A “INFAN­TUNA BTT BOX” de 2008 estava ainda mais equipada que no ano prece­dente, dispondo de uma esplanada que per­mi­tia assi­s­tir a uma boa parte do per­curso, assis­tida por roulotte que serviu finos a todos os con­vi­da­dos do Fontelo.

A sopa de cebola tornara-​se tradição para a madru­gada tendo sida apre­sen­tada como novi­dade gas­tronómica as ostras acabadas de chegar de França, e um rec­heado pequenoal­moço
onde não fal­taram os viriatos.

Em 2008 foi uma par­tic­i­pação em grande da BTTuna onde não fal­taram mag­is­trais quedas do habit­ual tuno nem as mas­sagens profis­sion­ais do staff Infan­tuna que estiveram disponíveis tam­bém às equipas fem­i­ni­nas.
No 3º evento das 24 horas de Viseu a BTTuna voltou a estar pre­sente com mais porco no espeto e com um hino ao BTT – VAI ADELINO.
A BTTuna con­tinua equipada e de pneus cheios, par­tic­i­pando ao longo destes anos em inúmeras ativi­dades ciclo­turís­ti­cas levando sem­pre o nome da nossa cidade e da região nas
camiso­las onde se destaca o lema “Viseu Cidade Jardim”.

 

GRUPO XIBINHAS

Pro­jeto musi­cal cri­ado com ele­men­tos que inte­gram a Infan­tuna Cidade de Viseu. Com uma abor­dagem difer­ente música de raiz tradi­cional, os Xibinhas

ino­vam a maneira de inter­pre­tar essa música. Inter­pre­tam um reportório baseado em recol­has de temas em can­cioneiros tradi­cionais com recurso ao piano, baixo elétrico e à bate­ria numa fusão per­feita com o acordeão, a con­certina, a gui­tarra, o cavaquinho e o ban­dolim os Xib­in­has fazem a ponte entre o tradi­cional e o atual. A uni­formi­dade das vozes mas­culi­nas e o rig­oroso tra­balho vocal ele­vam a qual­i­dade dos arran­jos orig­i­nais que envolvem quem os escuta.

Grupo Xibinhas, Infantuna, Viseu

Grupo Xibinhas, Infantuna, Viseu

Com a primeira apre­sen­tação pública em 2008 num espetáculo inti­t­u­lado “Infan­tuna vai ao teatro” ficaram lançadas as bases para muitos e bons momen­tos de par­tilha nos palcos.

Destacam-​se os seguintes momen­tos mar­cantes: Agosto 2009 — fes­ti­val da juven­tude de Lageosa do Dão; Setem­bro 2011 — feira de S. Mateus; Out­ubro 2011 — encon­tro nacional de tunos em Bra­gança; Dezem­bro 2012 — aniver­sário da Infantuna.

MOTOTUNA

Desde 1992 que no seio eclético da família da Infan­tuna surgem bons ami­gos que par­til­ham a paixão pelas motas e pelo ambi­ente entre motards. Ini­cial­mente com a par­tic­i­pação em even­tos motards, exem­plo da emblemática con­cen­tração dos Lobos da Neve na Cov­ilhã em 1992⁄1993 e Faro 1994, os ele­men­tos motards da Infan­tuna ger­mi­navam o espírito moto­ci­clista que foi dis­sem­i­nando no grupo.

Mototuna, Infantuna, Viseu

Mototuna, Infantuna, Viseu

Em 1994 chegaram mesmo a duplicar as motas entre os ele­men­tos da Infan­tuna, refletindo um sinal inequívoco que, para além da música, as boas cur­vas com segu­rança entravam no estigma tunante. Per­cor­ri­das muitas cur­vas no res­guardo de um afeto sin­gu­lar pelas duas rodas, esta tat­u­agem motard desen­hada no corpo da Infan­tuna teve expressão mais ide­al­izada, quando dois dos moto­ci­clis­tas se inscreveram na 26ª Con­cen­tração Inter­na­cional de Motas de Faro – 2007, sob o cânone de MoToTuna.

Estava então lançado o desafio para uma nova viagem, aquela que reúne os praz­eres de dis­fru­tar as sin­gu­lares sen­sações de liber­dade e provoca em qual­quer Tuno uma paixão con­flu­ente da Mota e da Música.

Entre diver­sos pas­seios e con­cen­trações, desta­camos alguns, cujas vivên­cias se imor­tal­izam nas memórias dos participantes.

Con­cen­tração Viseu – desde 1992

Con­cen­tração dos “Lobos na Neve” – Cov­ilhã – 1992÷93÷94÷97

Con­cen­tração do Luso — 1994

Con­cen­tração de Góis — 2007÷08÷09÷10÷11÷12

Con­cen­tração Inter­na­cional de Faro — 1994÷2007÷2008÷2010

Viagem aos Picos da Europa — 2011

Viagem a Andorra — 2012

Viagem a Mar­ro­cos — 2013

GRUPO DE FADOS “ZÉ DO TELHADO”

O fado não é ape­nas uma canção acom­pan­hada à gui­tarra. É vida. É a própria alma do povo por­tuguês. Ouvindo as palavras de cada fado pode sentir-​se a pre­sença do mar, a vida dos por­tugue­ses, as ruelas, as calçadas e os becos, as des­pe­di­das, o infortúnio, o des­tino e a saudade.

A grande com­pan­heira do fado é a gui­tarra por­tuguesa. Jun­tos, fado e gui­tarra, con­tam a essên­cia de uma história que é ímpar. O fado, por ser de todos os por­tugue­ses, está na tasca e no salão mais nobre, mais aris­tocrático. Hoje, per­corre o mundo, é património mundial.

Per­corre novos rumos e novas rotas. Gan­hou novos públi­cos. Surgido na primeira metade do século pas­sado, depressa se tornou na canção pop­u­lar de Lis­boa. Desde então, man­teve sem­pre as suas car­ac­terís­ti­cas de expressão de sen­ti­men­tos asso­ci­a­dos à fatal­i­dade do des­tino. E que des­tino nos está traçado?

A canção emblemática é tam­bém indis­so­ciável dos bair­ros mais típi­cos que são os seus mais autên­ti­cos berços. Por esta razão, ouvir o fado é con­hecer a vida dos por­tugue­ses. É tam­bém con­hecer os por­tugue­ses, no mais pro­fundo da sua alma de povo que enfren­tou o mar descon­hecido. E o Primeiro Duque de Viseu, Infante D. Hen­rique, lin­das histórias pode­ria can­tar e con­tar.

Grupo de Fados, Zé do Telhado, Infantuna, Viseu

Grupo de Fados, Zé do Telhado, Infantuna, Viseu

O Grupo de Fado “Zé do Tel­hado”, mais um elo da família INFAN­TUNA CIDADE DE VISEU, fará a sua evo­cação permanente.

Cante-​se o fado, “povo que lavas no rio e tal­has com teu machado as tábuas do teu caixão”

Fadis­tas – Jorge Afonso, Pedro Oliveira, Ricardo Vale, Joaquim Albu­querque, Luís Ramalho

Gui­tarra Por­tuguesa – José Costa

Viola de Fado – Daniel Pereira

Con­tra­baixo — Luís Cabral

FADOS DE COIMBRA

A Canção de Coim­bra é um género musi­cal enraizado num fol­clore urbano (o da cidade de Coim­bra), de duplo filão (o pop­u­lar e o académico), que entronca na Música Tradi­cional da cidade (daí as suas influên­cias region­ais e locais) e que tem na Ser­e­nata a sua expressão artís­tica mais genuína (Câmara Munic­i­pal de Coim­bra, sd).

Fados de Coimbra, Infantuna, Viseu

Fados de Coimbra, Infantuna, Viseu

A Tuna Académica Infan­tuna Cidade de Viseu sem­pre priv­i­le­giou a ser­e­nata nas suas noites de ronda, como a expressão musi­cal de excelên­cia. Na sua musi­cal­i­dade houve, pre­co­ce­mente, a opor­tu­nidade de escu­tar o tri­nar da gui­tarra e dos ban­dolins, os arpe­jos das vio­las e as melo­diosas vozes dos seus tunos a can­tar à cidade e às lin­das donzelas.

Neste con­texto de expressão musi­cal, no seu da Infan­tuna, em Dezem­bro de 2013, criou-​se o Grupo de Fado de Coim­bra Infan­tuna Cidade de Viseu, uma iden­ti­dade cole­tiva alicerçado nos seus instru­men­tis­tas e can­tores, por forma a dar resposta às muitas solic­i­tações e per­mi­tir uma nova área de desen­volvi­mento musical.

Vídeos da Infantuna



Para ouvirem algumas músicas: ÁLBUNS DE INFANTUNA DE VISEU
Mais Informações: Site Oficial Infantuna, Viseu

Contactos

Escola do Ensino Básico de Rio de Loba

Rua da Escola

3505 – 497 Viseu

infantuna@​gmail.​com

 

 

Eu Amo Viseu

Eu Amo Viseu é uma página criada com o objectivo de divulgar o distrito de Viseu. Não só a cidade de Viseu mas todo o distrito. Para isso contamos com a ajuda dos nossos fãs esperando que nos enviem fotografias, cartazes, e toda a infomação que acharem importante sobre as suas zonas de residência. Desta forma pretendemos criar um comunidade de grande dimensão no nosso distrito que esteja sempre a par de actividades, noticias, eventos, conheça os locais mais bonitos da região e muito mais.

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